Final das férias de verão. Noite escura. Trabalhadores procuravam incansavelmente um corpo desaparecido no desabamento da obra de um novo metrô. Já se passavam horas de procura. Apenas pedaços inúteis de carros eram encontrados. Família e amigos já estavam desesperados.
Pensaram que não encontrariam mais nada. Havia um operário que não era visto há horas. Estava esquecido no fundo do buraco. Encontrou uns papéis sujos e desgastados embaixo de uma pedra.
Não sabiam o que eram os papéis. Mesmo assim, levaram-nos para um cartório a fim de serem investigados. Depois de horas limpando e analisando, os especialistas descobriram que eram os documentos do corpo e que seu nome era Francisco Sabino Torres.
Resolveram dobrar o número de pessoas e máquinas na procura. Estavam todos nervosos e impacientes. Não se conformavam de não ter achado o corpo ainda. Chegaram a pensar que com o desabamento, o corpo tivesse ficado em pedaços.
A mãe de Francisco estava chorando na beira do buraco. Foi cutucada nas costas, de repente uma voz bastante conhecida lhe perguntou:
-O que eles estão procurando?
A mulher se virou. Ela reconheceu seu filho. Meio sujo, mas era ele. A mãe ficou nervosa e perguntou por que ele não tinha avisado que estava bem, deixando todos preocupados. Ele respondeu que não fazia idéia de que as pessoas pensariam que estava morto. Não sabia que um buraquinho no chão ia causar tanto tumulto e preocupação.
Francisco tinha ido a uma lanchonete comer e beber alguma coisa, descansar um pouco e ligar para o seguro vir resgatar seu carro. Descansava numa cama no fundo de um boteco. Acabou dormindo. Sonhou que um rato mutante estava falando com ele. E avisava que algo de muito ruim iria acontecer se as pessoas não parassem de cavar perto de sua moradia. Acordou dando risada.
Detetives investigavam curiosos o motivo do desabamento do túnel. Mandaram cavar mais fundo. Analisaram pedaços de terra. Investigaram cada grão de terra. Encontraram em uma grande profundidade, paredes de ferro impossíveis de serem penetradas.
Continuaram tentando. Utilizaram vários tipos de explosivos mais fortes. Contrataram uma equipe especializada. Horas e horas de tentativas inúteis.
Abriram. Encontraram uma casinha muito bonitinha. Sofás, cama, televisão, vários tipos de móveis, utensílios domésticos, muito bem pintada e decorada. Começaram a investigar.
Estavam tomando o maior cuidado para não haver mais desabamentos. Usavam luzes de lanternas. Começaram a ouvir barulhos estranhos. Pareciam com os de chaves se mexendo em uma porta. Pararam. Uma ratazana entrou em casa com suas duas filhinhas que acabaram de voltar do colégio e um carrinho de compras de supermercado. A rata pensou ser um assalto e entrou em pânico. Colocou todos para fora dali aos gritos.
Ele acordou. Olhou para o lado e viu sua esposa ratazana que ainda estava dormindo.
- Ufa! Todo aquele desespero não passava de um sonho. – Disse o papai rato.
Marcela e Julia - 8ªA
terça-feira, 17 de abril de 2007
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4 comentários:
este conto me pareceu diferente dos outros, final ate inesperado demais . Porem, ele ficou bom
É grande meio chato e cumpridu ...
Mais lah no fundo é bem fmz !!!
phi = 1234657899876543216549876213216549876521324685132165465132498798465132165498765132465135172316723153721856167215147864968746513516876516354634565798646516351354365564654567465464765354674163212475467655946690589665016567943340435671723564166452654476524647864581355694766045768807695047348541332745625577684627746854684654784536671232561625462473524547618577435547435567843569453758904593804335564512534735451673462713536278435868744651326173356746386771
Ahm ?!
Sinceramente, dificil de entender .
Aricia
Gabriela
8A
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